Pelo menos 40 pessoas encontram-se ainda desaparecidas, na sequência de um deslizamento de terra em Itogon, na ilha de Luzon, no norte do país.

O fenómeno atingiu um abrigo de emergência para trabalhadores do setor mineiro e respetivas famílias, disse à agência France-Presse (AFP) o prefeito Victorio Palangdan.

Depois da devastadora passagem pelas Filipinas, o tufão seguiu para a China, afetando sobretudo a província de Guangdong, no sul, onde pelo menos quatro pessoas morreram e 2,5 milhões tiveram de ser realojadas, de acordo com a comunicação social estatal.

A região administrativa de Macau também foi afetada pelo tufão, com registo de 40 feridos, segundo o último balanço oficial.

No domingo, o sinal 10 de tempestade tropical, o máximo de uma escala com 1, 3, 8 e 9, esteve em vigor durante nove horas naquele território, o mais longo período registado desde 1968.

Em Hong Kong, que içou também o sinal máximo durante várias horas, pelo menos 200 pessoas ficaram feridas. Na segunda-feira, 600 estradas estavam bloqueadas ao trânsito e os principais transportes continuavam suspensos.

A tempestade tropical provocou chuvas torrenciais e ventos ciclónicos, que causaram cortes na eletricidade e nas comunicações em vários dos locais afetados.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.