"A IURD já colocou mais de uma dezena de processos em tribunal contra a TVI num caso em que, uma vez mais, quem tem de dar explicações é a própria IURD", afirmou Sérgio Figueiredo, que ainda não foi a tribunal "num único desses casos".

"Estamos de consciência tranquila, se há investigação que está blindada com provas, testemunhos e elementos que recolhemos, quer testemunhais, quer documentais, é este", garantiu o diretor de informação da TVI.

"Faz parte da prática da IURD em todo o mundo" a prática de "'bullying judicial'", ou seja, "em que tentam condicionar do ponto de vista jurídico, económico a liberdade de imprensa", apontou o jornalista.

"Custa-me que não se perceba isso nalguns órgãos de comunicação social em Portugal, mesmo que involuntariamente se coloquem ao lado de uma organização que comprovadamente tem uma prática antidemocrática e anti-liberdade de expressão e que condiciona o exercício da nossa profissão", concluiu Sérgio Figueiredo.

A TVI exibiu em dezembro de 2017 uma série de reportagens denominadas "O Segredo dos Deuses", na qual noticiou que a IURD esteve alegadamente relacionada com o rapto e tráfico de crianças nascidas em Portugal.

Os supostos crimes terão acontecido na década de 1990, com crianças levadas de um lar em Lisboa, que teria alimentado um esquema de adoções ilegais em benefício de famílias ligadas à IURD que moravam no Brasil e nos Estados Unidos.

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