De acordo com a empresa, citada hoje pela agência espanhola Efe, a verificação dos factos vai ser feita através de verificadores humanos e dos programas de inteligência artificial desenvolvidos para o efeito.

Na eventualidade de um conteúdo ser considerado “prejudicial”, porque a informação publicada é falsa ou já foi desmentida, vai ser acrescentado um alerta com a seguinte mensagem: “Informa-te sobre os factos da covid-19″.

Se o dano que uma determinada publicação pode causar for considerado “severo”, os conteúdos vão ser ocultados dos utilizadores e substituídos pela seguinte mensagem: “Parte do conteúdo partilhado neste ‘tweet’ entra em conflito com as diretrizes dos especialistas em saúde pública em relação à covid-19″.

Neste caso, fica ao critério dos utilizadores a visualização da publicação.

Contudo, se os danos que um determinado conteúdo falso difundido na rede social pode causar forem considerados “extremos”, a empresa norte-americana, sediada em São Francisco (Califórnia), vai remover imediatamente a publicação.

A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) aumentou a pressão de vários países sobre as plataformas Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, cujo número de utilizadores aumentou na sequência do confinamento imposto para conter a propagação da doença.

A nível global, segundo um balanço da France-Presse, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 283 mil mortos e infetou mais de 4,1 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Quase 1,4 milhões de doentes foram considerados curados.

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