A Comissão de Saúde da China exigiu que várias autoridades locais fizessem testes à varíola dos macacos entre os chegados do estrangeiro, especialmente aqueles cujo historial de viagens inclua países com casos desta doença nos 21 dias anteriores à entrada no país asiático, indicou.

As pessoas com sintomas, tais como erupções cutâneas, devem também ser “acompanhadas de perto” e quaisquer casos suspeitos devem ser comunicados às autoridades de prevenção para transferência para “instituições médicas designadas”.

Quem apresentar aqueles sintomas deve fazer testes para excluir outras doenças como a varíola, a rubéola ou o sarampo.

De acordo com o jornal, a Comissão também pediu a quem tenha estado em contacto com infetados com varíola dos macacos para informar as autoridades, mesmo que não apresente quaisquer sintomas.

Até agora, a China não comunicou quaisquer casos de varíola dos macacos, que se propagou a 50 países desde o início do ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A maioria dos 3.413 casos confirmados este ano foram registados na Europa.

O diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, afirmou na sexta-feira que quase 90% dos casos detetados globalmente, desde meados de maio, estão concentrados na Europa, onde as infeções triplicaram nas últimas duas semanas.

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