“São os responsáveis pelo colapso de dezenas de países, são responsáveis pela morte à fome de milhares e milhares de mulheres na Ásia, na América Latina, nas Caraíbas”, sustentou Nicolás Maduro.

O governante sublinhou que não se importa com o que é dito pelo FMI, na sequência de uma “declaração de censura” emitida por aquele organismo a 02 de maio contra a Venezuela por não divulgar dados oficiais sobre a evolução económica do país, que está a viver uma profunda recessão.

As declarações do Presidente venezuelano foram produzidas durante uma conferência de imprensa que antecedeu uma ação de campanha eleitoral no estado de Aragua, no centro do país.

O FMI deu mais seis meses à Venezuela para entregar esta informação, sendo que há mais de dez anos que o regime daquele país não se submete à avaliação económica anual do organismo liderado por Christine Lagarde.

Por essa razão, a Venezuela está impedida de aceder a recursos daquela instituição financeira internacional e sob a ameaça de perder o próprio direito de voto no seio do organismo, podendo mesmo ser obrigada a abandonar o FMI.

O FMI, que definiu a situação económica da Venezuela como “dramática”, prevê que a inflação naquele país possa rondar os 14.000% em 2018.

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