O dia da abertura da XIV cimeira da ALBA coincide com o quarto aniversário da morte de Hugo Chávez, que fundou a aliança para promover a integração da América Latina e a cooperação Sul-Sul.

Aproximadamente 200 convidados internacionais devem participar numa série de eventos para homenagear Chávez, que vão decorrer até ao próximo dia 15, disse o ministro da Cultura, Adan Chavez, irmão do falecido líder, numa conferência de imprensa transmitida pela televisão.

No domingo, dia da abertura da cimeira, realiza-se um fórum sobre Chávez e a luta contra o imperialismo, um espetáculo de fogo-de-artifício a partir do Quartel da Montanha, a oeste de Caracas, onde repousam os restos do ‘comandante’ , e uma missa ecuménica.

Na segunda-feira, dia 6, o Teatro Nacional acolhe outro fórum — intitulado “Chávez Anti-imperialista” — e, no dia seguinte, o Presidente da Venezuela, Nicólas Maduro, recebe no palácio de Miraflores diversos “convidados internacionais”.

Impulsionada pelo então Presidente de Cuba, Fidel Castro, e pelo seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, a ALBA, surgiu a 14 de dezembro de 2004, em Havana, propondo os Tratados de Comércio dos Povos (TCP) como uma alternativa à Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) e aos Tratados de Livre Comércio (TLC), promovidos pelos Estados Unidos.

Além de Cuba e Venezuela, a ALBA tem como membros Antígua e Barbados, Bolívia, República Dominicana, Equador, Granada, Nicarágua, Saint Kitts e Nevis, Santa Lucía, São Vicente e Granadinas e Suriname, além de três países observadores (Haiti, Irão e Síria).

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