A atividade, que teve como principal objetivo a integração dos novos alunos, decorreu, à semelhança do ano passado, no Parque Corgo, formando várias equipas com membros de diferentes cursos e escolas, de modo a que “fosse possível trocar conhecimentos e partilhar outras vivências”, aponta António Vasconcelos, presidente da AAUTAD.

O presidente da Associação Académica da UTAD frisa que “os Jogos sem Fronteiras” integram uma série de iniciativas que têm sido desenvolvidas, desde o início do ano, quer pela UTAD quer pela autarquia.

“Este evento é um dos programas de integração alternativos. Começámos com a cerimónia de boas vindas aos caloiros no Teatro Municipal, posteriormente fizemos um “peddy paper” em primeira análise no campus da universidade e depois pela cidade de Vila Real,” refere.

Quanto aos “Jogos sem Fronteiras”, que contaram, este ano, com um aumento de jogos e mais alunos, António Vasconcelos conta-nos que estimula “a criação de novas amizades não apenas limitadas à área de estudo de cada um ou da sua escola, proporcionando momentos interessantes entre todos”.

Nuno Batista, aluno de Enologia, visivelmente entusiasmado, considerou que “estas iniciativas, à semelhança das outras, permitem-nos integrar e fazer novas amizades”. O aluno contou, ainda, que se encontra muito satisfeito com a praxe, referindo que “está a ser fabulosa”.

Já Ângela Seixas, de Economia, refere, após ter descido por um enorme escorrega de água, que se “sente muito entusiasmada e contente não apenas com estas iniciativas, mas também com a praxe, pois tem visado a integração dos alunos”.

O presidente da Associação Académica refere que “os Jogos sem Fronteiras” são para continuar e se possível com mais novidades. António Vasconcelos anunciou, ainda, à VTM que a “Caloirada aos Montes” decorrerá, este ano, de 26 a 30 de outubro.

*Créditos Fotografia: A Voz de Trás-os-Montes

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Um artigo do parceiro

Fundado a 9 de Novembro de 1947, por iniciativa de D. António Valente da Fonseca, então Bispo da Diocese de Vila Real, e do Sr. Padre Henrique Maria dos Santos, seu primeiro diretor, surgiu nas bancas A VOZ DE TRÁS-OS-MONTES, num formato de quatro páginas, que se tornaria semanário em janeiro do ano seguinte. Com o passar dos anos, A VOZ DE TRÁS-OS-MONTES foi crescendo. Vai para as bancas à quinta-feira, nos distritos de Vila Real e Bragança, parte do distrito de Viseu e um pouco por todo o País e pelas comunidades portuguesas dispersas pelo mundo. É, atualmente, o maior título da região de Trás-os-Montes e Alto Douro e recentemente lançou um novo site com atualização permanente em www.avozdetrasosmontes.pt.