No final do 8.º Encontro Nacional do Voluntariado em Saúde, subordinado ao tema “Da Proximidade à Globalidade”, os organizadores elaboraram um conjunto de ideias que resultaram da reunião, entre as quais que é preciso “um olhar diferente, um melhor olhar” para estas organizações.

“É necessário que o voluntariado no campo da saúde seja visto como parceiro verdadeiramente estratégico a nível superior. Ele é mesmo um contributo indispensável para a realização dos objetivos das entidades e da obtenção de níveis superiores da qualidade dos serviços e cuidados que são prestados”, lê-se no documento que saiu no encontro.

Os cerca de 250 participantes concordaram que “a prática do voluntariado é um modo possível para a vivência ativa da cidadania e que, no campo da saúde, aquela tem papel insubstituível para a humanização, em regime de complementaridade”.

No documento final, as organizações declararam que “o voluntariado é um contributo inestimável na promoção do desenvolvimento pessoal, social e comunitário, com posturas de cooperação interpessoal e entre organizações”.

“As mais valias e os ganhos para todos os 'stakeholders' decorrentes da prática da proximidade e do encontro no âmbito do voluntariado em saúde são por demais evidentes e ineludíveis”.

Por esta razão, as organizações apelaram à “integração dos voluntários nas equipas de trabalho, com a necessária adaptação às diferentes realidades institucionais, comunitárias e de prestação de cuidados”.

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