“A minha ambição de carreira sempre foi curta, para treinador de futebol. Comecei em 2009 com a meta de acabar em 2023, 2024. [O futuro] depende um bocado das circunstâncias. Onde estiver, como estiver e o que estiver a acontecer. Neste momento, sinto-me bem em Marselha”, disse o técnico.

O ex-treinador de Académica, FC Porto, Chelsea, Tottenham, Zenit e Shanghai SIPG falou aos jornalistas portugueses durante o primeiro estágio de pré-época dos franceses, cumprido no Algarve, num empreendimento turístico de Almancil, no concelho de Loulé.

Apesar da saída dos dirigentes Andoni Zubizarreta e Albert Valentin, dois “grandes amigos” e responsáveis pela sua contratação, Villas-Boas garante que as coisas “estão mais calmas e a funcionar bem”, mesmo com o emblema de Marselha submetido ao ‘fair-play’ financeiro imposto pela UEFA.

Com um ano de contrato para cumprir em Marselha, onde se sente “muito bem com este grupo de jogadores”, reafirma, André Villas-Boas sente que terá de cumprir “mais uns desafios” na carreira.

“É um bocado impossível de ditar os próximos passos, se bem que eu gostaria ainda de treinar uma seleção e disputar um Mundial. Resta talvez esse cenário de 2022, no Mundial do Qatar”, sustenta.

Sobre a possibilidade de se candidatar à presidência do FC Porto, o treinador ressalva que “comandar o clube do coração” será sempre uma das suas “grandes ambições”, mas “há muitas implicações que estão em causa”.

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