“Não está definido a 100%. Quem deve tomar essa decisão está na fase final de análise”, disse a governante em conferência de imprensa.

Na quarta-feira, o governo argentino apresentou à Confederação sul-americana de futebol (CONMEBOL) os “rígidos” protocolos de saúde para a realização da Copa América no país, que desde abril tem observado um crescimento vertiginoso no número de infeções pelo novo coronavírus.

A maior competição entre seleções sul-americanas está agendada para o período entre 13 de junho e 10 de julho, e, inicialmente, estava previsto que fosse coorganizada por Argentina e Colômbia, mas este último deixou de ser sede, depois de ter pedido um adiamento, devido à crise e tensão social existente no país, o que a CONMEBOL recusou.

A ministra argentina da Saúde esclareceu também hoje que o seu ministério trabalha há vários meses com os departamentos do Interior, Transportes e Defesa, e com a direção das Migrações, na definição das entradas no país, nas concentrações, nos treinos, nos ‘transfers’ e no trabalho da imprensa.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.535.376 mortos no mundo, resultantes de mais de 169,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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