Frederico Silva, que viu o seu ‘wild card’ para o quadro principal ser muito contestado, uma vez que é apenas o sétimo tenista nacional, viveu hoje um dos melhores dias no ‘court’ da sua carreira profissional, ao impor-se ao 74.º jogador mundial em 71 minutos.

Único vencedor português de títulos do Grand Slam (ao lado do britânico Kyle Edmund, nos pares juniores do Open dos Estados Unidos de 2012 e de Roland Garros de 2013), o 426.º classificado do ‘ranking’ ATP demonstrou ter seguido os conselhos do seu novo parceiro, o compatriota Gastão Elias, aproveitando as fraquezas de Istomin para avançar para a segunda ronda.

O ‘carrasco’ do sérvio Novak Djokovic, número dois mundial e campeão em título, no Open da Austrália deu uma pálida imagem de si mesmo, entregando por três vezes os seus jogos de serviço, para perder o primeiro ‘set’ em 36 minutos.

‘Kiko’, que foi durante largos meses o número quatro português, mas caiu no ‘ranking’ por culpa de uma lesão no pulso esquerdo, ainda acusou algum nervosismo, permitindo quebras de serviço ao quarto jogo de cada parcial, mas acabou por impor-se novamente num segundo ‘set’ tirado a papel químico do primeiro.

Num encontro sem história e de sentido unidirecional, Silva demonstrou ter assimilado bem os conselhos de Gastão Elias que, na conferência de imprensa posterior à sua vitória frente ao tunisino Malek Jaziri, revelou ter elencado as fraquezas de Istomin ao seu amigo, a quem disse ser impossível perder o confronto com o uzbeque.

Na segunda ronda, o português tem uma tarefa bem mais difícil frente ao quarto cabeça de série, o espanhol David Ferrer (31.º tenista mundial), que ficou isento na primeira ronda do torneio que decorre até domingo nos ‘courts’ de terra batida do Clube de Ténis do Estoril.

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