“Eu votei Cristiano, Modric e Hazard. Há que olhar para um todo e para a época. Se me perguntarem que Modric é um grande jogador, sim é. Mas o Ronaldo foi o melhor jogador esta época, fez 50 e tal golos. O que era válido há uns anos deixou de ser”, começou por questionar, num ‘Open Day’ realizado na Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa.

O agora avançado da Juventus, que deixou os espanhóis do Real Madrid no passado verão, acabou por perder o prémio para o antigo companheiro de equipa, ficando em segundo na votação, seguido do egípcio Mohamed Salah.

Para a eleição de melhor golo, o internacional português também estava entre os nomeados, porém viu o extremo Salah do Liverpool, de Inglaterra, vencer, algo que deixou selecionador incrédulo e desagradado.

“Se o melhor golo da carreira do melhor jogador do mundo não ganha [o prémio Puskas] quer dizer que alguma coisa não está bem, mas não sei o que. Sei é que não está bem”, lamentou.

Fernando Santos insistiu ainda que era evidente que desejava que o ‘The Best’ fosse para o jogador português, lembrando que já havia sido injusto quando Modric ergueu o prémio de melhor jogador da UEFA].

“Não tenho o direito de estar a fazer juízos de valor, mas acho que [Cristiano Ronaldo] devia ter ganhado e foi injusto como foi na outra eleição anterior”, concluiu.

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