“Não foi nenhum tabu. Serei novamente candidato. Eu sou a minha equipa. Isto exigia que a minha equipa também quisesse ser”, revelou o atual dirigente ‘leonino’, eleito em 2018, em declarações à CNN Portugal.

Varandas confirmou ainda que o atual presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Rogério Alves, como o líder do Conselho Fiscal, Baltazar Pinto, não vão continuar para novo mandato, aludindo à “formação” que é a marca do clube como sendo a proveniência dos sucessores.

O atual presidente considera que o primeiro mandato deixou o clube “muito, muito, muito melhor do que em setembro de 2018”, mesmo tendo tido de “tomar medidas muito impopulares” para terminar o que apelidou de “40 anos de insucesso, de forma generalizada”.

Varandas defendeu várias facetas de gestão do primeiro mandato e elogiou o plantel e a estrutura pelo título de campeão nacional, entre outros feitos, além de comentar a arbitragem em Portugal, que está "muito melhor”, e outros casos do futebol nacional, como o Belenenses SAD-Benfica marcado pela falta de jogadores na equipa da casa por causa da covid-19, que acabou 7-0 para os ‘encarnados’ e que “não devia ter existido”.

No sábado, uma carta aberta assinada por mais de 200 sportinguistas, entre os quais vários ex-presidentes, apelou à recandidatura da direção presidida por Varandas.

Frederico Varandas foi eleito em setembro de 2018 o 43.º presidente do Sporting, sucedendo a Bruno de Carvalho, que tinha sido destituído do cargo em junho desse ano,

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