O comité de gestão da Fécafoot, em funções após a dissolução do executivo, explicou que a saída do técnico não é uma demissão e vai entrar em vigor “a partir do termo do prazo de pré-aviso contratual de 30 dias após a sua assinatura”.

“Não se trata de um despedimento. Hugo Bross permanecerá em funções até ao final do contrato, que expira em fevereiro de 2018”, adiantou uma fonte da Fécafoot à agência de notícias France-Presse.

O comité de normalização sublinha que "treinador não conseguiu alcançar certos objetivos contratuais", enfatizando, em particular, a ausência dos Camarões do Mundial2018, na Rússia.

No cargo desde fevereiro de 2016, Hugo Broos, de 65 anos, liderou em 2017 os ‘leões indomáveis’ ao título na Taça das Nações Africanas (CAN), no Gabão.

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