“Além da redução de 70% do nosso salário durante o estado de emergência, vamos contribuir para que os empregados do clube possam receber a 100% o seu salário durante esta situação”, escreveu Messi na conta oficial no Instagram.

O avançado justificou que os jogadores ainda não tinham pronunciado relativamente à proposta de redução salarial feita pelo Barcelona porque estavam a tentar encontrar soluções para ajudarem o clube e “todos os que ficavam mais prejudicados com a situação”.

O internacional argentino deixou críticas ao que considerou ter sido uma pressão por parte de alguns dos elementos do ‘Barça’, referindo que a demora teve apenas a ver com a necessidade de encontrar uma solução conjunta para ajudar os funcionários.

“Não nos deixou de surpreender que houvesse quem, dentro do clube, nos olhasse à lupa e tentasse pressionar para fazermos o que sempre foi claro que faríamos”, criticou o capitão do Barcelona, colega de equipa do internacional português Nelson Semedo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

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