A pandemia de covid-19, que afastou os adeptos de Tóquio2020 no ano passado, assim como de Pequim2022, aí no evento de inverno, é um dos fatores que se fazem sentir na venda.

Ao todo, serão 10 milhões os bilhetes para os eventos olímpicos, com 3,4 milhões adicionais para os Paralímpicos, atribuídos por sorteio, com a inscrição para o mesmo a poder realizar-se a partir de dezembro de 2022.

Cerca de um milhão será vendido por 24 euros, com metade por 50 euros ou menos, dado que o objetivo, explicou o presidente do Comité Organizador, Tony Estanguet, é ter uns Jogos “abertos ao maior número de pessoas, que sejam populares e unificadores”.

O orçamento da organização ascende a cerca de quatro mil milhões de euros, mas uma ‘fatia’ importante, da parte promocional e de patrocínios, não está ainda completa.

O Comité apresentou hoje o eixo principal relacionado com a bilhética, que ascende a um terço do ‘bolo’ total de receitas, numa sessão periódica em que são revistos e revelados aspetos da organização dos Jogos da capital francesa.

Os Paralímpicos terão bilhetes à venda por 25 euros ou menos, com 500 mil ingressos a um preço ‘prometido’ de 15 euros, com um sistema, para os dois eventos, que passa por duas fases de inscrição, outras duas de compra, primeiro para um grupo de modalidades e depois para o desporto, local e sessão específica.

Depois, surgirá ainda um “segundo mercado em plataforma digital”, onde será possível revender ou trocar ingressos já comprados.

Os Jogos Olímpicos Paris2024 arrancam em 26 de julho e estendem-se até 11 de agosto.

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