“Sabemos que no futebol não há jogos amigáveis, mas que todos querem ganhar, independentemente do nome do adversário”, resumiu o técnico, que se estreou na sexta-feira no comando da ‘laranja mecânica’, com derrota caseira por 0-1 ante a Inglaterra.

Koeman treinou o Benfica em 2004/05 e orientou vários jogadores portugueses em Inglaterra, mas diz que “todos os jogos como selecionador são especiais”.

“Tenho muito boas memorias do ano no Benfica, uma equipa muito grande no mundo. Foi um ano fantástico. E sempre trabalhei com jogadores portugueses, como no Southampton com o José fonte e o Cedric Soares. Vai ser bonito cumprimentá-los. Temos uma boa amizade”, afirmou.

Na segunda-feira, Koeman quer começar a construir o futuro da Holanda — depois de ter sido semifinalista no Mundial2014 do Brasil, falhou o Euro2016, que Portugal venceu, e o Mundial2018 — e o próximo teste é frente a um adversário que sempre a equipa ‘laranja’ nas três vezes em que se defrontaram em fases a eliminar de Europeus e Mundiais.

“Somos dois países importantes no futebol. Sabemos que ultimamente Portugal se qualificou sempre nos torneios grandes. Tem muito boas equipas, fortíssimas. E um jogador [Cristiano Ronaldo] que pode ser o melhor do mundo. Em todos os jogos, no seu clube e na sua seleção, marca a diferença”, elogiou.

Ronald Koeman aplaudiu a qualidade e “jogo bonito” de Portugal, motivo pelo qual o escolheu — tal como à Inglaterra — para testar e poder “melhorar” o desempenho da sua equipa antes de iniciar a qualificação para o Euro2020, o seu próximo grande objetivo.

Bas Dost, ponta-de-lança do Sporting, é “seguro” que vai jogar, mas o selecionador não revelou se o faria a titular, a tempo inteiro ou parcial, deixando essa informação “primeiro para os jogadores”.

“É especial para ele porque joga no Sporting e vai encontrar alguns companheiros, bem como adversários no campeonato”, admitiu.

O técnico recusa a ideia de que o goleador tem desempenho díspar no Sporting e seleção, recordando que a principal disparidade reside no tipo de futebol das equipas que representa.

“O Sporting é muito forte em Portugal e joga sempre para ganhar títulos. Muitas vezes passa os jogos na área contrária, onde ele evidencia a sua qualidade nos cruzamentos, pois é bom de cabeça. Com todo respeito pela Holanda, que ultimamente não é a melhor nação do Mundo (…), a seleção joga agora mais atrás. Assim, claro que é mais complicado para ele ter o mesmo rendimento. Somos mais defensivos do que ele está habituado”, justificou.

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