Notícia atualizada às 22:38. Acrescenta a estreia de Palhinha.


Em casa emprestada, no primeiro encontro do Grupo A europeu de apuramento para o Mundial de 2022, Nuno Mendes jogou os 90 minutos, enquanto Palhinha começou no banco e entrou aos 88, para o lugar de Rúben Neves.

Os dois jogadores, convocados pela primeira vez por Fernando Santos, estrearam-se, assim, com um triunfo, conseguido graças a um autogolo caricato de Maksim Mevdeved, aos 37 minutos, num jogo em que Portugal realizou uma exibição demasiado ‘cinzenta’.

Na tripla jornada de apuramento para o Mundial2022, o atual selecionador das ‘quinas’ ainda pode chegar aos 50 estreantes, se utilizar um dos guarda-redes hoje suplentes: Rui Silva (Granada) e José Sá (Oympiacos).

Para já, Nuno Mendes e Palhinha, jogadores determinantes para Rúben Amorim no Sporting quase campeão 2020/21, tornaram-se nos primeiros internacionais ‘AA’ do ano 2021.

Os dois jogadores sucedem na lista dos estreantes a Domingos Duarte (Granada), Pedro Neto (Wolverhampton) e Paulinho (então no Sporting de Braga), que se estrearam em 11 de novembro de 2020, na receção a Andorra (7-0).

No particular disputado no Estádio a Luz, em Lisboa, Domingos Duarte jogou os 90 minutos, Pedro Neto saiu ao intervalo, depois de inaugurar o marcador, aos oito, e Paulinho fez ainda melhor, ao ‘bisar’, aos 29 e 61, antes de dar lugar a João Félix, aos 63.

Em 2020, também se tinham estreado Trincão (4-1 à Croácia, em 05 de setembro), Rúben Semedo (0-0 com a Espanha, em 07 de outubro) e Daniel Podence (3-0 à Suécia, em 14 de outubro).

Fernando Santos começou a ‘coleção’ logo no primeiro encontro, em 11 de outubro de 2014, num particular com a França, em que fez alinhar Cédric e João Mário. No mesmo ano, também promoveu Raphaël Guerreiro, Adrien Silva, José Fonte e Tiago Gomes.

A lista teve, depois, um aumento substancial com um particular com Cabo Verde, em 2015, com o técnico luso a fazer alinhar pela primeira vez Anthony Lopes, André Pinto, Paulo Oliveira, Bernardo Silva, André André, Ukra e Danilo.

Seguiram-se, ainda no mesmo ano, Daniel Carriço, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes, Lucas João, Ricardo Pereira e Rúben Neves, e, em 2016, ano do título europeu, Renato Sanches, André Silva, João Cancelo e Gelson Martins.

No ano seguinte, tornaram-se internacionais ‘AA’ Marafona, Bruma, Bruno Fernandes, Edgar Ié, Kévin Rodrigues, Gonçalo Paciência, Ricardo Ferreira e Rony Lopes.

Em 2018, foi a vez de Mário Rui, Rúben Dias, Gedson, Sérgio Oliveira, Hélder Costa - o segundo a marcar no primeiro jogo na ‘era’ Fernando Santos, depois de João Cancelo -, Pedro Mendes e Cláudio Ramos e, em 2019, Dyego Sousa, João Félix e Diogo Jota.

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