O presidente do Chievo, Luca Campedelli, também foi suspenso por três meses após a federação italiana saber que foram inflacionados os valores resultantes de trocas de jogadores com o Cesena, que, entretanto, decretou falência, em negócios entre 2014 e 2017.

Em causa está um processo de alegados ganhos de capital fictícios, de forma a justificar gastos extra que apareciam nos orçamentos.

O procurador da federação tinha proposto na quarta-feira um castigo inicial de 15 pontos e 36 meses para o presidente.

Após três jornadas, o Chievo tem dois pontos negativos, já que perdeu os dois primeiros desafios, empatando o terceiro.

O clube correu ainda o risco de lhe serem retirados pontos da época passada e baixar de divisão: terminou o campeonato em 13.º, apenas cinco pontos acima do 16.º, o Crotone, o último a ser despromovido.

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