“Todos os adeptos estarão seguros. Estão a ser tomadas todas as medidas para que isso aconteça”, disse Alexander Yakovenko numa entrevista coletiva em Londres, no meio de uma crise diplomática entre os dois países.

Esta posição surge após o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, ter dito na quinta-feira que competia à Rússia garantir que os adeptos ingleses pudessem assistir em segurança aos jogos do Mundial2018.

“Compete aos russos assegurar as condições de segurança dos adeptos ingleses que se deslocarão à Rússia. É a sua obrigação, de acordo com aquilo que foi estabelecido com a FIFA”, afirmou Boris Johnson, perante uma comissão parlamentar.

O chefe da diplomacia britânica tinha advertido que a participação inglesa no Mundial2018 poderá “não ser normal”, mas excluiu, para já, a possibilidade de desencorajar os adeptos a deslocarem-se à Rússia, onde será disputada a fase final do torneio.

“O desafio que endereço às autoridades russas é o de demonstrar que os 24.000 candidatos britânicos á compra de bilhetes para o Mundial serão bem tratados e estarão em segurança”, disse Boris Johnson, que responsabilizou a Rússia pelo envenenamento em solo britânico do agente duplo russo Serguei Skripal e da filha, Yulia.

O Governo liderado por Theresa May já tinha alertado para a possibilidade de recrudescimento de “sentimentos antibritânicos” na Rússia, na sequência das sanções impostas a Moscovo, entre as quais a expulsão de 23 diplomatas russos.

A Inglaterra, única equipa do Reino Unido apurada para a fase final do Mundial2018, está integrada no grupo G, em conjunto com o Panamá, a Tunísia e a Bélgica.

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