De acordo com fontes policiais, citadas pela Efe, a comissária Juliana Lopes Bussacos, responsável pela investigação, concluiu, no seu relatório, não existirem elementos de prova suficientes para acusar formalmente Neymar dos crimes de violação e agressão.

A responsável policial detetou durante o inquérito numerosas contradições de Najila de Souza, que acusava Neymar de a ter violado num hotel em Paris, além de não ter recebido, conforme tinha solicitado, os vídeos da alegada violação e o relatório da médica da modelo.

Na acusação, Najila de Souza tinha dito que tinha viajado para Paris em maio, para estar com o avançado, que a teria violado num hotel da capital francesa.

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