No Estádio Internacional do Cairo, a 56.ª final da ‘Champions’ de África vai decorrer, também pela primeira vez, sem público, culpa da pandemia da covid-19, igualmente responsável por o jogo não se ter disputado em 29 de maio, em Douala, nos Camarões.

O Al-Ahly é o recordista de presenças (vai para a 13.ª) e de títulos (procura o oitavo), enquanto o Zamalek tenta somar, na oitava participação na final, o sexto cetro, repetindo 1984, 1986, 1993, 1996 e 2002.

Mesmo sem público, está garantida a emoção para a final 24 na ‘era Champions’ - iniciada em 1977 -, que será a primeira entre equipas do mesmo país e a segunda decidida em apenas um jogo, replicando a edição inaugural (1964/65).

Na qualidade de pentacampeão egípcio em título e recordista de vitórias na prova, com oito cetros, metade das quais arrebatados sob o comando de Manuel José, que ganhou em 2001, 2005, 2006 e 2008, e só perdeu em 2007, virando ‘Deus’ para os adeptos, o Al-Ahly surge com maior dose de favoritismo.

O encontro entre o Al-Ahly, que não perdeu nenhum dos últimos 17 jogos (14 vitórias e três empates), e o Zamalek, invicto na ‘era’ Jaime Pacheco (sete triunfos e uma igualdade), está marcado para as 21:00 locais (19:00 em Lisboa), na capital do Egito, país que já tem como certa a 15.ª conquista continental.

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