As jogadas e virtuosismo provenientes do pé esquerdo de Riyad Mahrez levaram a melhor sobre os golos clínicos do avançado gabonês Aubameyang. Foi uma luta a três, mas no final quem acabou com mais votos foi o extremo do campeão inglês.

Quase 30 anos depois, a Argélia consegue conquistar uma terceira Bola de Ouro africana depois de Lakhdar Belloumi, em 1981, e de Rabah Madjer, em 1987, autor do célebre toque de calcanhar que nesse ano abriu o caminho à reviravolta no marcador na final da Taça dos Campeões Europeus conquistada pelo FC Porto na final frente ao Bayern Munique.

Aos 25 anos, o atleta franco-argelino foi uma das peças basilares no onze de Ranieri e inspirou o Leicester a conquistar o primeiro título da Premier League da história do clube, marcando 17 golos. Ficou em primeiro lugar com 361 votos.

Mahrez já havia sido considerado o Jogador do Ano para a Associação de Futebolistas Profissionais em Inglaterra e eleito o Jogador Africano do Ano pela BBC.

Logo atrás do magrebino, em segundo lugar, ficou o ponta-de-lança do Dortmund (e atual melhor marcador do campeonato alemão com 16 golos em 15 jogos) Pierre-Emerick Aubameyang, com 313 votos. A fechar o pódio, em terceiro, ficou a nova contratação do Liverpool, o avançado interior Sadio Mané, com 186 votos.

Kelechi Iheanacho, avançado móvel do Manchester City que tem demonstrado especial apetência para o golo, foi galardoado com o prémio para o Melhor Talento Promissor.

Em relação ao prémio de melhor jogador africano do ano, Mahrez foi eleito após uma votação em que participaram treinadores das seleções que integram as associações filiadas na Confederação Africana de Futebol (CAF) e especialistas de futebol e de comunicação social.

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