Em Cardiff, na sua quinta final da Liga dos Campeões, o capitão da seleção lusa chegou aos quatro golos em finais e tornou-se no primeiro jogador a marcar golos em três finais da era moderna da Liga dos Campeões — desde 1992/93.

Antes de hoje, Ronaldo somava dois tentos, um apontado ao Chelsea, pelo Manchester United, em 2008/09, e outro já pelos ‘merengues’, ao Atlético de Madrid, em 2013/14, na Luz.

No País de Gales, o português marcou os primeiro e terceiro golos do Real Madrid, intercalados pelo tento de Mandzukic para a Juventus e de Casemiro para os ‘merengues’.

Na época passada, de novo face aos ‘colchoneros’, Ronaldo já poderia ter igualado os três tentos de Eusébio, até hoje o melhor marcador luso em finais, mas ficou em ‘branco’.

O internacional luso acabou por dar o triunfo aos ‘merengues’, o 11.º na prova, mas porque foi ele o eleito para marcar a quinta grande penalidade, na ‘lotaria’ (5-3), que não entra nestas contas.

Na primeira final, em 2007/08, Ronaldo subiu ao ‘terceiro anel’ e cabeceou para dar vantagem ao Manchester United, aos 26 minutos, mas, em ‘cima’ do intervalo, aos 45, Frank Lampard restabeleceu a igualdade, que durou até final do tempo extra.

A final de Moscovo decidiu-se nos penáltis e o português foi o primeiro a falhar — e único do United -, sendo salvo por John Terry, que escorregou e perdeu a hipótese de dar o cetro ao Chelsea, que viria a perder a ‘lotaria’ por 6-5.

O internacional luso voltou à final na época seguinte, em Roma, no que foi o seu último jogo pelo United, mais foi batido pelo FC Barcelona por 2-0. Marcaram o camaronês Samuel Eto’o, aos 10 minutos, e o argentino Lionel Messi, aos 70.

Já no Real Madrid, Ronaldo voltou à final em 2014/15, no Estádio da Luz, em Lisboa, onde selou o 4-1 final, aos 120 minutos, de grande penalidade. Os ‘merengues’ chegaram ao prolongamento com um tento de Sergio Ramos, aos 90+3.

Na época passada, a final entre os dois clubes madrilenos também só se revolveu nos penáltis (5-3), sendo que, nos 120 minutos, foi de novo Sergio Ramos a marcar para os ‘merengues’, desta vez logo aos 15 minutos.

O ‘Pantera Negra’ apontou dois dos cinco golos do Benfica face ao Real Madrid, em 1961/62 (5-3), e o insuficiente tento face ao AC Milan, em 1962/63 (1-2).

Nas outras duas finais em que participou, o ‘rei’ não conseguiu marcar, primeira face ao Inter de Milão (0-1, em 1964/65) e depois frente ao Manchester United (1-4 após prolongamento, em 1967/68).

Com dois golos, ao lado Cristiano Ronaldo, estão mais dois ‘mitos’ da história do Benfica, José Águas e Coluna, que marcaram face ao FC Barcelona (3-2, em 1960/61) e ao Real Madrid (5-3, em 1961/62).

Cavém, que faturou em 1961/62, Jaime Graça, autor do tento benfiquista em 1967/68, e Deco, que marcou um dos três golos portistas face ao Mónaco (3-0), em 2003/2004, são os outros internacionais lusos com tentos em finais da prova.

Golos portugueses na final da principal prova europeia de clubes:
 1. Cristiano Ronaldo (M. United/ R. Madrid)      4 (1 em 2008/09, 1 em 2013/14, 2 em 2016/17)
 2. Eusébio (Benfica)                             3 (2 em 1961/62, 1 em 1962/63)
 3. José Águas (Benfica)                          2 (1 em 1960/61, 1 em 1961/62)
  . Coluna (Benfica)                              2 (1 em 1960/61, 1 em 1961/62)
 5. Cavém (Benfica)                               1 (1961/62)
  . Jaime Graça (Benfica)                         1 (1967/68)
  . Deco (FC Porto)                               1 (2003/04)

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