Petit pediu a demissão na 16.ª jornada, após a derrota caseira com o Arouca, que manteve o clube beirão no último lugar do campeonato.

Assumira o comando técnico do Tondela faz hoje precisamente 13 meses e assegurou a permanência do clube em ano de estreia na divisão principal. Em maio renovara por duas épocas, até 2018.

O fim de linha de Petit em Tondela sucede pouco mais de uma semana depois de Nuno Manta Santos e Predrag Jokanovic serem oficializados como treinadores das equipas principais de Feirense e Nacional, respetivamente.

Nuno Manta Santos, que foi interino nos jogos com Paços de Ferreira e FC Porto, substituiu José Mota, enquanto Jokanovic regressou para substituir Manuel Machado.

Machado orientava o Nacional desde 2012 e deixou o clube insular no primeiro lugar acima da zona de despromoção, em igualdade pontual com o Moreirense, penúltimo classificado, e com apenas mais um ponto do que o lanterna-vermelha Tondela.

Duas semanas antes José Mota tinha sido despedido do comando técnico do Feirense, pouco tempo também depois de ter sido oficializada a saída de Jorge Simão do Desportivo de Chaves para assumir o comando técnico do Sporting de Braga.

Ao contrário das oito alterações anteriores, Jorge Simão não deixou o clube devido aos maus resultados, visto que a equipa flaviense se encontra na sétima posição e em prova na Taça de Portugal, depois de ter eliminado o FC Porto.

A vaga ocupada por Simão tinha sido aberta com o despedimento de José Peseiro, após a eliminação do Sporting de Braga na Taça de Portugal, na receção ao ‘secundário’ Sporting da Covilhã.

A saída de Peseiro seguiu-se poucos dias depois da do brasileiro Fabiano Soares no Estoril-Praia, após 13 jornadas do campeonato, sendo que os 'canarinhos' anunciaram o espanhol Pedro Gomez Carmona como seu novo treinador.

Antes, tinha sido Carlos Pinto a sair do Paços de Ferreira, na 11.ª jornada, tendo os ‘castores’ anunciado entretanto Vasco Seabra, que era adjunto do técnico anterior, para o comando até final da temporada.

À 10.ª jornada, Pepa deixou o Moreirense e foi rendido por Augusto Inácio, que regressou assim à equipa de Moreira de Cónegos.

Nuno Capucho deixou o Rio Ave, por mútuo acordo, após uma derrota com o Boavista, por 2-1, na mesma 10.ª ronda, com Luís Castro, ex-treinador do FC Porto B, a assumir o comando dos vila-condenses.

O primeiro treinador a sofrer uma ‘chicotada psicológica’ foi o brasileiro Paulo César Gusmão, que deixou o Marítimo à quinta jornada, duas rondas antes de o espanhol Julio Velázquez e de o boliviano Erwin Sanchez saírem de Belenenses e Boavista, respetivamente.

As trocas de treinadores na I Liga de futebol 2016/17:

5.ª jornada

Marítimo

Sai: Paulo César Gusmão

Entra: Daniel Ramos

7.ª jornada

Belenenses

Sai: Julio Velázquez

Entra: Quim Machado

Boavista

Sai:Erwin Sanchez

Entra: Miguel Leal

10.ª jornada

Rio Ave

Sai: Nuno Capucho

Entra: Luís Castro

Moreirense

Sai: Pepa

Entra: Augusto Inácio

11.ª jornada

Paços de Ferreira

Sai: Carlos Pinto

Entra: Vasco Seabra

13.ª jornada

Estoril-Praia

Sai:Fabiano Soares

Entra:Pedro Gomez Carmona

Sporting de Braga

Sai: José Peseiro

Entra: Jorge Simão

Desportivo de Chaves

Sai: Jorge Simão

Entra: Ricardo Soares

14.ª jornada

Feirense

Sai: José Mota

Entra: Nuno Manta Santos

15.ª jornada

Nacional

Sai: Manuel Machado

Entra: Predrag Jokanovic

16ª jornada

Tondela

Sai: Petit

Entra: - a designar -

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