João Benedito (lista A), José Maria Ricciardi (B), Frederico Varandas (D), Rui Jorge Rego (E), José Dias Ferreira (F) e Fernando Tavares Pereira (G) são os seis pretendentes que se mantiveram até ao fim na corrida, após a desistência de Pedro Madeira Rodrigues (C), derrotado por Bruno de Carvalho em 2017, que se tornou apoiante de Ricciardi.

As eleições para os órgãos sociais do Sporting, que decorrerão no Estádio José Alvalade, entre as 09:00 e as 19:00 horas, serão a maior operação do género no clube lisboeta, visto que os 51.009 sócios com direito a voto constituem também o número máximo alguma vez alcançado.

Além dos votos por correspondência recebidos na sede do Sporting até às 20:00 horas de sexta-feira, poderão exercer todos os sócios que “registem entrada no local, ou que se encontrem em espera no local de entrada, até às 19:00 horas” de hoje.

Bruno de Carvalho, eleito presidente pela primeira vez em 2013 e reeleito em 2017, com 86,13% dos votos, nas eleições mais concorridas de sempre, tentou entrar na corrida, mas viu a lista que encabeçava ser rejeitada por estar suspenso de sócio e já ameaçou impugnar o ato eleitoral.

O ex-presidente não resistiu à grave crise institucional motivada pelas agressões de adeptos do clube a vários futebolistas – nove dos quais rescindiram unilateralmente, alegando justa causa -, na academia de Alcochete, e foi destituído em Assembleia Geral extraordinária, em 23 de junho, pouco mais de um ano após a reeleição.

Naquela altura, o Sporting já vivia sob a liderança da uma Comissão de Gestão (CG), presidida por Artur Torres Pereira - que terá de ‘entregar a pasta’ ao presidente que sair das eleições de hoje -, enquanto para a SAD foi designado Sousa Cintra, em substituição de Bruno de Carvalho.

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