"Tenho medo de não ter as palavras certas para alguém que marca a minha vida e marca a minha carreira. É uma profunda tristeza que me invade", contou Toni, antiga glória encarnada, ao SAPO24.

Mário Wilson e Toni chegaram a partilhar o banco do Benfica, o primeiro como treinador e o segundo como adjunto. Mas a relação já vem de trás. Antes ainda foram treinador/jogador e, aliás, juntos sagraram-se campeões nacionais na época de 1975/1976.

Uma relação de muitos anos que Toni confessa ter ultrapassado os limites do campo, ao ponto de este o recordar como um pai: " hoje desapareceu aquele segundo pai que eu tinha e que tão carinhosamente tratava do seu filho branco".

"A sua capacidade de liderança", é uma das muitas coisas que ficam e que Toni recorda por ser uma  "liderança que não era imposta, mas que era aceite", não esquecendo de igual modo o seu poder de comunicação que nas palavras da antiga glória do Benfica "era brilhante". Mostrando que era um homem à frente do seu tempo porque hoje em dia " a comunicação é talvez mais importante do que saber tácticas", acrescenta o também antigo treinador encarnado.

No final, Toni, seu pupilo e seu amigo deixa um pedido: "Queria fazer-lhe uma vénia por tudo aquilo que ele deu ao futebol português. Uma vénia pelo respeito e admiração, por aquilo que eu nutro por ele e que penso que muitos milhares o acompanham".

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