Além de rejeitar o pedido do dirigente brasileiro, o TAS manteve a multa de um milhão de euros aplicada pelo Comité de Ética da FIFA em julho de 2019.

O tribunal sediado em Lausana, na Suíça, considerou “proporcional” o castigo imposto pela FIFA, devido “aos enormes montantes em subornos” recebidos por Ricardo Teixeira quando era membro do Comité Executivo do organismo que rege o futebol mundial e também da CONMEBOL.

O dirigente, de 74 anos, apresentou recurso no TAS em 2019, alegando que a FIFA não tinha a jurisdição necessária para aplicar o castigo, mas só agora o tribunal tomou uma decisão, devido a atrasos relacionados com a pandemia da covid-19.

A FIFA baniu para sempre Teixeira do futebol, depois de ter dado como provado que o antigo presidente da CBF recebeu subornos em troca da concessão de contratos de audiovisual e marketing para competições no Brasil, mas também da CONMEBOL e CONCACAF.

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