Segundo o tribunal, Keller excedeu o âmbito da investigação para que foi designado, que versava particularmente uma série de reuniões de Infantino com o antigo promotor geral da área fiscal da Suíça, Michael Lauber, que então investigava a corrupção no futebol.

“Em vez de cumprir esse mandato, Keller — que nove meses depois ainda não ouviu o presidente da FIFA — abordou nas suas pesquisas questões que nada têm a ver com o mandato que recebeu”, pode ler-se na nota daquele organismo.

A decisão do Tribunal Penal Federal anula os interrogatórios de Keller com outras pessoas que caem fora do âmbito das suas competências, sendo eliminados do expediente.

O suíço iniciou no final de julho de 2020 uma investigação penal a Infantino, com uma reunião de 2017 com Lauber no centro do caso, com notícias de dezembro a darem conta do uso de um avião privado pelo líder da FIFA.

Keller avança que podem estar em causa vários delitos, de abuso de poder a violação do segredo de justiça, além de incitação a prática criminosa.

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