Antes da apresentação das contas de 2018, o presidente do Conselho de Administração, Nuno Amado, fez uma intervenção inicial em que destacou o plano de reestruturação que o banco passou nos últimos anos, que considerou “coerente, complexo, bem implementado” e que permitiu ao BCP, depois de anos de prejuízos em 2013, 2014 e 2015, ter regressado aos lucros em 2015, 2016, 2017 e 2018.

“Apresentamos resultados positivos, crescentes e consistentes. Vamos ao ritmo certo”, considerou Amado, que em julho do ano passado deixou de ser presidente executivo (cargo que ocupava desde 2012) e passou a presidente do Conselho de Administração (‘chairman’, não executivo).

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