No seu relatório de perspetivas económicas, a entidade baixou em uma décima a sua previsão para a subida de preços durante o exercício fiscal de 2018 — que termina em abril de 2019 — e considerou que aumentarão até um máximo de 1,9%, em vez dos 2% que prognosticou em julho último.

Em 2013, o banco central do Japão lançou um programa de compra de ativos para conquistar, num prazo de dois anos, uma inflação de 2%, que terminaria com um ciclo de queda de preços de quase duas décadas.

No entanto, o declínio dos preços do petróleo obrigou o BoJ a atrasar, em pelo menos quatro anos, a concretização desse objetivo.

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