No primeiro semestre do ano, a dívida líquida atingiu os 1.067 milhões de euros, um aumento de cerca de 112 milhões de euros face a 31 de dezembro de 2018, de acordo com os dados comunicados pela empresa e divulgados hoje pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A Mota-Engil justifica o aumento da dívida líquida, nomeadamente “pelo elevado nível de investimento executado e pela própria sazonalidade típica do negócio”.

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou no primeiro semestre do ano 10%, face ao período homólogo, para 194 milhões de euros.

De acordo com os resultados comunicados pela empresa, houve um aumento do volume de negócios em 7,5%, face ao período homólogo, atingindo os 1.344 milhões de euros, justificado, de acordo com a empresa, pela “forte atividade em África”.

“O volume de negócios em África subiu 25% face ao primeiro semestre de 2018 tendo Moçambique evidenciado um forte crescimento a par dos novos mercados do oeste e do este” refere a empresa, destacando que “Angola evidenciou um crescimento razoável no primeiro semestre de 2019″.

A empresa de construção e engenharia refere também que a carteira de encomendas, no último dia de junho, “ascendia a 5,2 mil milhões de euros, com as regiões de África e da América Latina a contribuírem com cerca de 75% do montante total”.

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