De acordo com a edição de domingo do matutino, Merkel abordará a questão na próxima cimeira de líderes do bloco comunitário, que se realiza quinta e sexta-feira.

Parte-se do princípio de que será difícil à chanceler recolher apoio a esta iniciativa, tanto pelos receios internos dos seus parceiros de coligação sociais-democratas, partido do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Frank-Walter Steinmeier, como pela previsível falta de consenso no seio da UE.

No entanto, propõe-se tentar e conta com o apoio do Presidente norte-americano, Barack Obama – indica o jornal -, disposto, por sua vez, a uma “enérgica reação” frente à Rússia se conseguir o apoio da UE nesta questão.

Estas informações seguem-se ao fracasso de sábado da tentativa de negociação impulsionada pelos Estados Unidos em Lausana (Suíça) para alcançar algum tipo de acordo que ponha fim à ofensiva sobre a castigada cidade síria de Alepo.

Washington convocou essa reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, do Catar, do Egito, do Irão, do Iraque, da Jordânia e da Turquia, além da Rússia.

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