Falando à Lusa a partir de Paris, onde discursou na sessão de abertura do 50.º aniversário do programa Tecnologia e Inovação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Manuel Heitor afirmou que apontou os laboratórios colaborativos que juntam cientistas e empresas como exemplo do esforço para "diversificar a economia e criar novos empregos".

"Não estamos a assistir à destruição de empregos", garantiu, afirmando que a própria OCDE está a estudar o assunto e que "não há ainda evidência da queda de emprego".

Cada vez mais é necessário "criar empregos associados à produção de novas ideias", defendeu.

"Temos que estar na produção de conteúdos digitais e não nos limitarmos apenas a utilizá-los", acrescentou, indicando que "o futuro requer muito mais conhecimento", educação e investigação.

O programa Inovação e Tecnologia foi criado em 1993 para orientar os países membros da organização para que as suas políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação impulsionem a investigação, o desenvolvimento económico e as empresas de ciência e tecnologia.

Os subscritores do programa têm duas reuniões anuais.

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