Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Novo Banco refere que “a conclusão desta transação não tem impacto material no resultado líquido esperado de 2021 e repercute-se num incremento da posição de capital em cerca de 40bps no Common Equity Tier 1 ratio de 10,9% a 31 de setembro de 2021”.

“Este é mais um marco relevante no processo de desinvestimento de ativos e operações não-‘core’ [não principais], nomeadamente contribuindo para uma redução da complexidade da estrutura e dos custos e permitindo ao Novo Banco prosseguir a sua estratégia de reafetação de recursos à atividade bancária em Portugal”, sustenta.

O Novo Banco anunciou no passado dia 05 de abril a assinatura de um acordo com a Abanca Corporación Bancária para vender as operações de retalho, banca privada e PME em Espanha, incluindo 10 balcões e respetivos colaboradores.

Num comunicado então enviado à CMVM, o Novo Banco precisava que “a concretização da operação está sujeita às respetivas autorizações regulatórias e a sua conclusão é esperada no segundo semestre de 2021”.

A entidade bancária referia, na altura, que este acordo com o Abanca “representa a opção mais adequada de desinvestimento do negócio, garantindo a manutenção de serviço aos clientes e oferecendo atrativas perspetivas de longo prazo para clientes e colaboradores em Espanha”.

O Novo Banco analisou diversas opções estratégicas relacionadas com a operação em Espanha e deu início a um processo de venda em maio de 2020, e em 30 de setembro registou a operação como descontinuada no balanço do banco.

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