Segundo a página da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) na Bloomberg, a dez anos foram colocados 685 milhões de euros em OT, com maturidade em 14 de abril de 2027, à taxa de juro de 3,085%, mais alta do que a registada em 14 de junho, quando foram colocados 625 milhões de euros a uma taxa de 2,851%.

Nas OT a 28 anos, com maturidade em 15 de fevereiro de 2045, o IGCP colocou 315 milhões de euros a uma taxa de juro de 3,977%, inferior à do anterior leilão comparável, de 4,1%.

A última emissão de mais longo prazo foi colocada em 2015 quando, em janeiro daquele ano, Portugal emitiu através de um sindicato bancário 2.000 milhões de euros em dívida a 30 anos e, em abril, reabriu uma linha da mesma maturidade, tendo colocado mais 500 milhões de euros no mercado. A taxa de juro média foi de 4,1% em ambos os casos.

A procura de OT a dez anos atingiu 1.040 milhões de euros, 1,52 vezes superior ao montante colocado, e a de OT a 28 anos cifrou-se em 676 milhões de euros, 2,15 vezes superior ao montante colocado.

O Estado português tinha anunciado que hoje iria realizar dois leilões de dívida de longo prazo, um a 10 e outro a 28 anos, com um montante indicativo global entre 750 e até 1.000 milhões de euros.

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