De acordo com a nota da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), nesta operação o IGCP vai recomprar Obrigações do Tesouro com maturidade em 15 de junho de 2020 e taxa de cupão (ou juro) de 4,80%, e vender Obrigações do Tesouro com maturidade em 17 de outubro de 2028 e taxa de cupão de 2,125%.

No programa de financiamento para 2019, divulgado no início de janeiro, o IGCP já tinha referido a intenção de explorar “oportunidades para realizar operações de troca e recompras de títulos”.

As necessidades de financiamento líquidas do Estado para este ano deverão situar-se em cerca de 8,6 mil milhões de euros, anunciou na mesma altura a instituição liderada por Cristina Casalinho.

Este ano o IGCP já realizou duas emissões de dívida. A primeira foi em 09 de janeiro, com um leilão de 4 mil milhões de euros em Obrigações do Tesouro a 10 anos, sindicado por bancos, com um juro de cupão de 1,95%.

A segunda emissão decorreu em meados do mês passado, quando Portugal colocou 1.750 milhões de euros, montante máximo anunciado, em Bilhetes do Tesouro a seis e 12 meses, com taxas de juro negativas e a mais baixas face aos anteriores leilões comparáveis.

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