O crude do mar do Norte, de referência na Europa, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 6,51 dólares abaixo dos 25,58 com que encerrou as transações na segunda-feira.

A forte quebra da procura provocada pela resposta à pandemia do novo coronavírus e a falta de capacidade de armazenagem dos excedentes da produção afetaram tanto o Brent, como o norte-americano WTI (West Texas Internediate).

O barril de referência nos EUA, o WTI, entrou na segunda-feira numa espiral descendente que o levou a fechar em 37,62 dólares negativos, abaixo dos zero dólares, por barril, pela primeira vez na sua história.

O Brent caiu hoje para níveis nunca vistos desde o fim de 2001, se bem que “não se tenha visto envolvido pela loucura que afundou ontem o WTI”, afirmou David Madden, analista da CMC Markets.

Alguns investidores antecipam que o Brent “pode conhecer um destino similar ao do WTI”, assinalou a Capital Economics, se bem que duvide que “chegue a afundar-se até chegar a terreno negativo”.

Os contratos associados aos futuros do Brent “têm uma opção de liquidação em liquidez” que permite aos compradores renunciar a recolher fisicamente os barris, o que alivia a pressão sobre a armazenagem, assinalou a Capital Economics.

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