Escreve o Público esta terça-feira que o valor, 900 milhões de euros, corresponde a 0,4% do PIB e seria a soma necessária para proteger as famílias mais carenciadas da inflação energética.

A decisão de avançar com medidas neste sentido pode ser tomada já em setembro, no pacote prometido por Costa, ou em outubro, por altura do Orçamento do Estado para 2023.

Concentrar o esforço orçamental nas famílias mais carenciadas, como recomenda a Comissão Europeia ou o FMI, seria uma alteração às políticas seguidas até agora por Costa, que tem optado por medidas que abranjam a generalidade da população, como por exemplo a redução do imposto sobre o combustível.

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