"A conclusão desta operação ocorre na sequência da sua submissão às autoridades competentes, nomeadamente o Banco de Portugal, a CMVM e a Comissão Europeia, e a emissão das autorizações aplicáveis, verificando-se as condições estabelecidas no contrato de compra e venda de ações assinado em 17 de junho de 2016", lê-se no comunicado enviado ao regulador do mercado, que não especifica os montantes envolvidos na operação.

A 28 junho, o banco adiantava apenas que o contrato tinha sido assinado a 17 de junho e que, além da compra da totalidade das ações representativas da Gamma, previa a aquisição dos “respetivos créditos por prestações acessórias”.

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