Apesar dos esforços do Governo dos Estados Unidos para bloquear este acordo, com o argumento de que prejudica a concorrência, um juiz do Tribunal Federação de Columbia deu ‘luz verde’ à operação, avaliada em 85 mil milhões de dólares (71 mil milhões de euros).

A fusão é já vista nos Estados Unidos como um ponto de viragem no setor das comunicações e dos media.

Em comunicado, a AT&T revela que o processo deverá ficar concluído antes de 20 de junho.

Em reação, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicou que vai analisar a decisão judicial e decidir os próximos passos para “preservar a competitividade em benefício dos consumidores”.

A AT&T, que anunciou a operação de fusão em outubro de 2016, considera que o setor mudou muito nos últimos anos, sobretudo com o aparecimento de plataformas digitais como Netflix, Youtube ou Google.

Os advogados que tratam dos assuntos de concorrência no Departamento de Justiça preocupam-se com a possibilidade de os consumidores acabarem a pagar mais pelos seus espetáculos favoritos, sejam nos ecrãs de televisão, nos smartphones ou nos tabletes.

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