No primeiro mês do ano, o investimento proveniente de Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI) recuou 13,6% face a janeiro de 2018 (99.169.840,74 euros), para 85.632.701,46 euros.

Relativamente a dezembro (94.344.457,39 euros), o investimento diminuiu 9%.

Do total captado em janeiro último, a maioria — como sempre — correspondeu à atribuição de vistos por via do critério de aquisição de bens imóveis, totalizando 79.619.676,22 euros, enquanto o requisito da transferência de capital correspondeu ao montante de 6.013.025,24 euros.

Em janeiro foram atribuídos 145 vistos ‘gold’, dos quais 137 por via da compra de bens imóveis, seis por transferência de capital e dois por via do requisito da criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho.

Do total de vistos atribuídos por via da compra de imóveis, 15 foram concedidos no âmbito da reabilitação urbana.

Em mais de seis anos — o programa ARI foi lançado em outubro de 2012 -, o investimento acumulado até janeiro último totalizou 4.335.431.479,12 euros, com a aquisição de imóveis a somar quase quatro mil milhões (3.928.360.648,19 euros).

Os vistos ‘dourados’ atribuídos por via da transferência de capital ascendem a 407.070.830,93 euros.

Desde a criação deste instrumento, que visa a captação de investimento, foram atribuídos 7.107 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016, 1.351 em 2017, 1.409 em 2018 e 145 em 2019.

Até janeiro passado, em termos acumulados, foram atribuídos 6.712 vistos ‘dourados’ por via da compra de imóveis, dos quais 264 tendo em vista a reabilitação urbana. Por requisito da transferência de capital, os vistos concedidos totalizam 380 e foram atribuídos 15 por via da criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho.

Por nacionalidades, a China lidera a atribuição de vistos (4.127), seguida do Brasil (675), Turquia (306), África do Sul (276) e Rússia (245).

Desde o início do programa foram atribuídas 12.056 autorizações de residência a familiares reagrupados.

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