A ONU condenou hoje o uso "desproporcionado" da força contra os manifestantes que contestam o recente golpe militar em Myanmar, denunciando a existência de "feridos graves", após a utilização de balas de borracha e de gás lacrimogéneo pela polícia.
O movimento de desobediência civil em Myanmar contra a junta militar que tomou o poder prosseguiu hoje em todo o país, apesar da lei marcial decretada na véspera na tentativa dos militares evitarem protestos.
O Governo da Nova Zelândia anunciou hoje a suspensão de todas as relações políticas e militares de alto nível com Myanmar (antiga Birmânia) na sequência do golpe de estado promovido pelos militares.
Washington tentou falar com a principal líder civil de Myanmar (antiga Birmânia), Aung San Suu Kyi, depois do golpe que a derrubou, mas os pedidos foram rejeitados, disse hoje o porta-voz do departamento de Estado norte-americano, Ned Price.
O Reino Unido, a União Europeia e outros 19 membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU convocaram hoje uma reunião de emergência deste organismo para discutir a situação em Myanmar após o golpe militar.
Reino Unido, União Europeia e outros 19 membros do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas convocaram hoje uma reunião de emergência para discutir a situação em Myanmar (antiga Birmânia), após um golpe militar.
Cerca de duas mil pessoas manifestaram-se este sábado em Myanmar para protestar contra o golpe militar e exigir a libertação da líder de facto do Governo deposto pelo exército, Aung San Suu Kyi, detida desde segunda-feira.
Segunda-feira, os birmaneses acordaram ao som de marchas militares na TV e veículos blindados a atrapalhar o trânsito. Mais uma vez, os militares não estavam satisfeitos com o resultado das eleições.
O Twitter criticou hoje a ordem do Exército de Myanmar para bloquear o acesso àquela rede social, dias depois do golpe de Estado que depôs o Governo de Aung San Suu Kyi na antiga Birmânia.
O presidente norte-americano, Joe Biden, apelou hoje aos generais responsáveis pelo golpe de Estado desta semana em Myanmar (antiga Birmânia) para que renunciem ao poder sem condições.
O Facebook denunciou hoje o bloqueio dos seus serviços em Myanmar, três dias após o golpe de Estado conduzido pelos militares, instando as autoridades "a restabelecer a conexão".
O exército de Myanmar, que tomou o poder após um golpe de Estado na segunda-feira, apresentou hoje uma queixa judicial contra a anterior líder civil, Aung San Suu Kyi, por violação de uma lei de importação e exportação.
Uma professora, Khing Hnin Wai, estava a gravar uma aula de aeróbica em direto quando captou algumas movimentações das forças militares de Myanmar. O momento ficou registado em vídeo, que foi partilhado nas redes sociais de Wai.
Médicos, enfermeiros e pessoal de saúde de mais de 70 hospitais em Myanmar (antiga Birmânia) apoiam uma greve de protesto contra o golpe de Estado no país, segundo os organizadores da ação de desobediência civil.
O chefe das Forças Armadas do Myanmar (antiga Birmânia), Min Aung Hlaing, que passou a concentrar o essencial dos poderes, considerou hoje que o golpe de Estado militar de segunda-feira era "inevitável".
Centenas de deputados de Myanmar (antiga Birmânia) estão retidos numa residência do Governo na capital, um dia depois do golpe de Estado conduzido por militares e da detenção da líder de facto do país, Aung San Suu Kyi.
O comité Nobel norueguês disse hoje que está "escandalizado" pelo golpe de Estado em Myanmar (antiga Birmânia) e pela detenção de Aung San Suu Kyi, prémio Nobel da paz em 1991, e outros dirigentes, exigindo a sua "libertação imediata".
Grupos de defesa de direitos humanos exigiram hoje a libertação imediata da até agora líder de Myanmar (antiga Birmânia), Aung San Suu Kyi, e outros membros do gabinete detidos pelo exército que assumiu poder político após golpe de Estado.
A União Europeia condenou hoje o golpe militar ocorrido em Myanmar e reclamou a libertação imediata dos detidos, entre os quais a chefe de Governo, Aung San Suu Kyi, sublinhando que os resultados das eleições devem ser respeitados.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou "firmemente" a detenção pelo Exército da chefe de facto do Governo de Myanmar, Aung San Suu Kyi, considerando as ações dos militares um "rude golpe" contra as reformas democráticas.
O Exército de Myanmar (antiga Birmânia) declarou hoje o estado de emergência e assumiu o controlo do país durante um ano, após deter a chefe do Governo, Aung San Suu Kyi, informou um canal televisivo controlado por militares.
A Human Rights Watch (HRW) denunciou hoje o uso de crianças como "escudos humanos" pelo exército de Myanmar (antiga Birmânia), indicando o caso específico de dois menores que morreram durante combates com uma guerrilha na região oeste daquele país.
Uma equipa de cientistas identificou uma nova espécie de primata, que vive nas florestas do centro do Myanmar e cuja pelagem cinzenta emoldura o seu rosto como uma máscara. Chama-se Popa langur e, apesar da sua descoberta recente, encontra-se em risco de extinção.
A líder do Myanmar, Aung San Suu Kyi, foi hoje formalmente excluída da Comunidade Prémio Sakharov por decisão da Conferência de Presidentes do Parlamento Europeu (PE), devido aos crimes contra a comunidade Rohingya.