“Com a adesão ao movimento por via da assinatura desta carta, a NOS compromete-se a adotar, num prazo de dois anos, um objetivo quantificado de redução de emissões compatível com as trajetórias de descarbonização necessárias para limitar o aquecimento global a 1,5ºC", que incluirá aumentar o consumo de energia de fontes renováveis e reduzir as emissões inerentes à atividade da empresa, refere a operadora em comunicado.

Citado no documento, o presidente executivo da NOS, Miguel Almeida, considera “fundamental garantir uma atuação mais rápida e assertiva nas metas de redução das emissões de carbono, por forma a garantir um planeta onde as gerações futuras poderão viver em harmonia” e garante que empresa "está totalmente empenhada em fazer parte do pelotão da frente nessa missão”.

“As evidências científicas mais recentes mostram que limitar o aumento da temperatura global ao máximo previsto no Acordo de Paris (2ºC) pode não ser suficiente para evitar impactos negativos muito significativos e irreversíveis das alterações climáticas. É por isso necessário um novo nível de ambição: limitar o aumento da temperatura global a 1,5ºC em relação aos níveis pré-industriais”, sustenta a operadora.

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