As principais interrupções duraram pouco mais de uma hora e provocaram a queda de muitos sites de notícias como os dos jornais The New York Times, Le Monde, Financial Times, Corriere delle Serra e El Mundo.

Outros sites como a plataforma Reddit e o sistema de pagamento online Paypal também foram afetados, assim como o da Casa Branca.

"Em 12 de maio começámos a usar um software que introduzia um erro que podia ser ativado por uma configuração específica do cliente, em circunstâncias específicas", revelou Nick Rockwell, chefe do setor de engenharia e infraestrutura da empresa, numa publicação feita ontem no website da Fastly.

"Na manhã de 8 de junho, um cliente alterou uma configuração (...) que desencadeou a falha". Isso provocou "mensagens de erro em 85% da nossa rede".

Os problemas nas páginas de meios de comunicação social, redes sociais e plataformas de compras em rede começaram por volta das 11:00 sendo que minutos antes a Fastly publicava um aviso sobre "impactos" nos serviços CND (canais de distribuição de conteúdos).

Às 11:44 a empresa indicava que o problema tinha sido identificado e que estava a encontrar uma solução. Finalmente, às 11:57 a companhia dizia ter resolvido a falha, mas advertia que alguns clientes podiam estar a ter "problemas de carga mais lenta" nas páginas de internet.

Depois, o grupo tentou solucionar a falha com os seus clientes criando um 'patch' (programa de computador para corrigir um problema de software).

"Deveríamos ter previsto isto", disse Nick Rockwell, reiterando que "razões específicas" levaram ao erro. O grupo também se desculpou.

A Fastly faz parte de um rol de empresas pouco conhecidas mas estratégicas, que oferecem ajuda aos editores de sites para distribuir os seus conteúdos a nível internacional, hospedando "sites espelho" do site original em todo o mundo.

O seu serviço evita que todos os pedidos dirigidos a um site vão para o mesmo lugar sobrecarregando o mesmo, e com isso ganham em velocidade.

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