A representação oficial portuguesa é feita através do projeto “Medida Incerta”, instalado na Villa Hériot, na Ilha de Giudecca, com seis esculturas em ferro, vidro e espelho, que evocam a obra do arquiteto Álvaro Siza Vieira em Veneza.

Hoje, a organização da Bienal de Arte de Veneza anuncia os prémios do certame, sendo o mais importante o Leão de Ouro, atribuído ao melhor pavilhão dos 57 países que participam, até 26 de novembro.

Do universo lusófono, além de Portugal, também estão representados Angola e o Brasil.

José Pedro Croft disse à agência Lusa, antes de partir para Veneza, que todo o processo de trabalho e preparação deste projeto que representa Portugal foi documentado e será também objeto da exposição apresentada no interior da Villa Hériot, com maquetas, projeção de vídeos e fotografias.

A obra de José Pedro Croft está representada em diversas coleções públicas e privadas, nomeadamente no Banco Central Europeu, em Frankfurt (Alemanha), no Museu Rainha Sofia, em Madrid (Espanha), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil) e na Coleção Albertina, em Viena (Áustria).

Em Portugal, está presente nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, da Fundação Calouste Gulbenkian e do Museu Berardo, em Lisboa, na coleção António Cachola, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, e na Fundação de Serralves, no Porto, entre outras.

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