O músico e poeta norte-americano, de 76 anos, tem mais de vinte espectáculos marcados na Europa até ao final de abril, o primeiro dos quais hoje em Lisboa, já esgotado.

A última vez que Bob Dylan atuou em Portugal foi há dez anos, no verão de 2008, no festival Nos Alive, em Algés.

Este será, portanto, o primeiro concerto de Bob Dylan em Portugal já com o estatuto de Nobel da Literatura, distinção conquistada em 2016, por “ter criado novas formas de expressão poéticas no quadro da grande tradição da música americana”.

Se se mantiver o alinhamento dos concertos mais recentes – que foram no final de 2017 -, Bob Dylan deverá interpretar, entre outras, “Highway 61 revisited” e “Ballad of a thin man”, de 1965, “Tangled up in blues”, de 1975, ou “Summer days”, de 2001, além de versões e revisitações de temas de outros artistas.

Em 2017, Bob Dylan editou “Triplicate”, o primeiro triplo álbum de carreira, com 30 versões de clássicos da música norte-americana, mas nos últimos anos tem vindo também a publicar álbuns com gravações ao vivo de muitos dos concertos que tem dado nas últimas décadas.

A primeira vez que Bob Dylan atuou em palcos portugueses aconteceu em julho de 1993, no Coliseu do Porto e no Pavilhão de Cascais, com Sérgio Godinho e a norte-americana Laurie Anderson a assegurarem a primeira parte de ambos.

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