A celebrar 13 anos e 10 edições, o Bons Sons reforça a sua identidade com a Orquestra Filarmónica Gafanhense a interpretar, no concerto de abertura, 10 temas, um por cada edição do festival que decorre até domingo.

Com o recinto da aldeia alargado a mais dois palcos, num total de 10, do programa de mais de 50 concertos que integram os quatro dias de festival destacam-se a presença de 13 bandas “repetentes”.

No cartaz inscrevem-se os nomes de Tiago Bettencourt, Júlio Pereira, Luísa Sobral, Helder Moutinho, Budda Power Blues & Maria João, Dino D’Santiago, Pop Dell’Arte, X-Wife, Três Tristes Tigres, Stereossauro, DJ Ride, Fogo Fogo, Scúru Fitchádu, Paraguaii, Baleia Baleia Baleia, Tape Junk, Miramar, Pedro Mafama, Senza, Afonso Cabral, Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva, Raquel Ralha & Pedro Renato, Jorge da Rocha, Mano a Mano, Sallim, Galo Cant’Às Duas, Tiago Francisquinho, Gator, The Alligator, Cosmic Mass, Francisco Sale, Rui Souza, Valente Maio, Ricardo Leitão Pedro, DJ Narciso, DJ João Melgueira, Carlos Batista, Vénus Matina, Mil Folhas, Telma, Cal, Adélia, Pequenas Espigas e Vozes Tradicionais Femininas.

O festival, com lotação limitada a 35 mil pessoas, tem como novidades desta edição o lançamento do livro “Bons Sons x10: uma aldeia em manifesto”, que retrata a aldeia e os artistas que passaram por Cem Soldos ao longo de 10 edições.

Ao nível da programação paralela mantêm-se as parcerias com os festivais Materiais Diversos (27 de setembro a 05 de outubro) e o Curtas em Flagrante, que levarão ao Auditório Agostinho da Silva espetáculos de dança, teatro e uma seleção de curtas-metragens em língua portuguesa.

Entre as novidades, destaque para uma parceria com o projeto de jornalismo Fumaça, responsável pela organização de debates e conversas que terão lugar na taberna da aldeia.

Ao longo do festival, haverá ainda diversas atividades para toda a família, entre as quais as sessões de música para grávidas e bebés, os “Jogos do Hélder”, inspirados nos jogos tradicionais, ou as iniciativas envolvendo o Burro de Miranda, presente no festival através da Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino.

Organizado desde 2006 pelo Sport Clube Operário de Cem Soldos, o Bons Sons manteve-se bienal até 2014, passando depois a anual.

A aldeia de Cem Soldos é fechada e o seu perímetro delimita o recinto que acolhe 10 palcos integrados nas ruas, praças, largos, igreja e até em garagens e lagares.

São os cerca de mil habitantes da aldeia que organizam e montam o festival, ao longo do qual acolhem e servem os visitantes.

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