Até 29 de setembro, serão cinco os concertos de um ciclo “que se assume como um elogio da criatividade ao longo da história da Música”, de acordo com informação disponibilizada no ‘site’ da Casa da Música.

Na terça-feira, às 19:30, ao Remix Ensemble juntam-se Pedro Burmester e Jonathan Ayerst, num concerto que inclui obras de Anderson, Bach, Moreira, Beethoven, Kurtág, para além da estreia mundial da peça “Beethoven quasi una fantasia”, de Daniel Moreira.

No dia 22 de setembro, pelas 18:00, atua a Orquestra Sinfónica do Porto, sob direção musical de Brad Lubman, tocando obras de Schöllhorn e Julian Anderson, com destaque para a Sinfonia Fantástica de Berlioz.

Nesse espetáculo será apresentada, em estreia mundial, uma obra de Johannes Schöllhorn, “construída sobre uma Fantasia de Bach”.

Antes do concerto, às 17:15, haverá uma palestra pelo programador Rui Pereira.

No dia seguinte, às 18:00, o Coro Casa da Música irá, sob direção musical de Paul Hillier, interpretar obras de Gabrieli, Gesualdo, Ockeghem, Ligeti e Ortiz.

A 25 de setembro, às 18:30, a Orquestra Barroca, com direção musical de Laurence Cummings, irá focar-se “no repertório do período que é a sua especialidade”, apresentando obras de Bach, Telemann, Lully, Fux e Muffat.

No último concerto do ciclo, a 29 de setembro às 18:00, também no âmbito do ciclo de piano, Artur Pizarro “explora esta sensação de imprevisibilidade que caracteriza o termo Fantasia em repertório variado que se estende do período Barroco a Mendelssohn e Liszt”, sob direção musical de Paul Hillier.

Os espetáculos do ciclo Fantasia acontecem todos na Sala Suggia.

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