Ao contrário do que sucedeu em 2017, quando Salvador Sobral venceu o concurso, alcançando o primeiro lugar entre público e júris nacionais, no sábado à noite a decisão não foi unânime.

Israel venceu pela quarta vez o Festival Eurovisão da Canção, realizado este ano na Altice Arena, em Lisboa, seguida do Chipre e da Áustria. Portugal, com o tema "O Jardim", interpretado por Cláudia Pascoal e escrito por Isaura, ficou em último lugar.

A canção da Áustria liderava a tabela de pontuação após a votação dos júris nacionais, com 271 pontos, enquanto a de Israel era terceira, com 212 pontos, e a do Chipre 5.ª, com 183 pontos.

Na votação do público, a canção de Israel, "Toy", interpretada por Netta, foi a mais votada, com 317 pontos, suficientes para vencer. A canção do Chipre foi a segunda mais votada pelos telespectadores e o tema da Áustria não foi além da 13.ª posição nesta votação, caindo, no final, para o terceiro posto.

O júri de Portugal deu apenas um ponto à canção de Israel, preferindo atribuir a pontuação máxima, 12 pontos, à Estónia, que terminou em oitavo lugar. Deu ainda dez pontos à Albânia, oito à Áustria, sete à Bulgária, seis à Lituânia, cinco à França, quatro à Itália, três à Eslovénia e dois à canção de Espanha.

Após a atuação das 26 canções que participaram na final, o Chipre era o favorito para vencer, seguido de Israel, Alemanha, Irlanda, e Estónia, segundo a média de várias casas de apostas, calculada pelo ‘site’ eurovisionworld.com, especializado no concurso. A Áustria, que terminou em terceiro lugar, era apenas a 20.ª favorita à vitória em Lisboa.

Lisboa acolheu, pela primeira vez, no sábado à noite a final da 63.ª edição do Festival Eurovisão da Canção, na qual competiram 26 países.

Portugal, por ser o país anfitrião, teve entrada direta na final, bem como Espanha, Reino Unido, Alemanha, Itália e França, os países que contribuem com mais verbas para a União Europeia de Radiodifusão (EBU, na sigla em inglês), que organiza o concurso, ficando assim isentos das semifinais.

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